E acabou. Já tem uma semana que o último episódio, “Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2”, está nos cinemas de todo o mundo. Claro, produtores da Summit já disseram que querem fazer outras coisas, explorar o universo de Stephenie Meyer. Já se fala em séries de TV sobre os lobos, ou em contar outras histórias de amor. Mas não será a mesma coisa. Ao menos não no coração dos fãs.
O que nos leva à questão: o que será do trio protagonista daqui pra frente?
O que nos leva à questão: o que será do trio protagonista daqui pra frente?
Até agora, o único filme estrelado por um dos três que não foi um fracasso nas bilheterias foi “Branca de Neve e o Caçador”, mas não por conta das habilidades de Kristen. O tom épico, com efeitos bem acabados, acabou achando um lugar no coração dos órfãos de “O Senhor dos Anéis”. Fora o chamariz de Charlize Theron como vilã. O ponto é que “Branca de Neve e o Caçador” é a exceção que confirma a regra.
Taylor Lautner resolveu encarnar uma espécie de Jason Bourne adolescente em “Sem Saída”, o que fazia sentido, considerando o corpo sarado e as habilidades com artes marciais. Não deu certo, em parte porque ele não, ao menos não ainda, tem carisma para sustentar um filme com roteiro falho e batido, por melhores que sejam as cenas de ação (e essas não eram particularmente boas). Se o ator central não é carismático o suficiente, o espectador médio vai rapidamente perceber os defeitos do roteiro, comprometendo a fruição.
Ele tem pela frente uma pequena participação na comédia “Gente Grande 2” e no thriller de ação “Tracers”, que pode significar um recomeço interessante. Por enquanto Lautner é o único confirmado no elenco, então é difícil saber para onde ele vai daí. Considerando esses dois trabalhos, “Tracers” e “Sem Saída”, dá para imaginar que ele vai tentar virar um herói de ação, figura meio desgastada nos últimos anos.
Avançando no trio, temos Kristen Stewart, estrela dos já citados “Branca de Neve e o Caçador” e “Na Estrada”. Por conta dos escândalos (na falta de uma palavra melhor) recentes, acabou cancelando sua participação no mais do que promissor “Cali”
Por fim, o mais ocupado de todos, e que tem feito as escolhas mais acertadas. Se “Bel Ami” não é lá essas coisas, Robert Pattinson acaba de ser apadrinhado por David Cronenberg, já tendo estrelado a adaptação de “Cosmópolis” e já se preparando para “Map to the Stars”, que parece ser um bocado polêmico. E essa não é sua única escolha, digamos, ousada: “Mission: Blacklist”, sobre a caçada a Saddam Hussein; “The Roven”, um faroeste existencial futurista; “Hold on to Me”, um drama psicológico; e “Queen of the Desert”, filme de época em que fará o mítico Lawrence da Arábia, dirigido por Werner Herzog.
Para todos os três, o momento é de consolidar o tipo de carreira que pretendem levar daqui para frente. Não é impossível deixar de ser um galã adolescente e se tornar um ator respeitável. Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e até mesmo Ben Affleck estão aí para provar isso. Pattinson parece estar trilhando um caminho interessante, escolhendo diretores que extraem dos atores boas atuações, como Cronenberg e Herzog. Lautner parece estar em um momento de definições. Já Kristen se ateve ao concreto para não errar.
Para todos os três, o momento é de consolidar o tipo de carreira que pretendem levar daqui para frente. Não é impossível deixar de ser um galã adolescente e se tornar um ator respeitável. Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e até mesmo Ben Affleck estão aí para provar isso. Pattinson parece estar trilhando um caminho interessante, escolhendo diretores que extraem dos atores boas atuações, como Cronenberg e Herzog. Lautner parece estar em um momento de definições. Já Kristen se ateve ao concreto para não errar.
Fora Pattinson, que já está com a agenda cheia, é bem possível que tenhamos uma avalanche de anúncios de produções que serão assumidas por Lautner e Kristen, aproveitando o hype da “Saga Crepúsculo”. Mas tem que correr, já que isso passa meio rápido.